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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Futuro sabotado.

 


Embora eu tenha lido obras como “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho” e “A Visão Teosófica das Origens do Homem” estou inclinado a não ter esperança quanto ao futuro, que mais parece rumar para as distopias de George Orwell, Ray Bradbury e Aldous Huxley, o que me causa certo temor quanto ao futuro mais imediato da humanidade e das civilizações ocidental e oriental.[1]

Logicamente que não poderia deixar de citar o podcast 436 do Portal Café Brasil, do Luciano Pires[2], que colaborou com esta presente reflexão sobre o futuro, suas perspectivas e nossas angustias sobre o que se avista no horizonte.



O que nos parece é que tanto o Brasil, como a Civilização Ocidental estão passando por um processo de sabotagem com relação ao futuro glorioso para a alma humana e para as sociedades, pois nos dias atuais a humanidade não ruma em direção a uma evolução no seu caráter. As pessoas estão cada vez mais imersas na matéria e nos projetos de dominação.

De um lado temos pessoas caminhando para uma visão cataclísmica do mundo e de outro lado temos movimentos globalistas que visam a dominação do mundo em uma visão socialista como em 1984 e Admirável Mundo Novo. O ser humano não tem melhorado, vide as relações ocorridas na pandemia, em que as pessoas atendidas demonstram impaciência e arrogância com quem as atende, formando um ciclo de ingratidão e ira.

Desta forma o futuro está comprometida. E fica a pergunta: Podemos ter esperança?





[1] Confesso que eu não li a obra “Brasil País do Futuro” de Stefan Zweig, só para constar este autor cometeu suicídio em Petrópolis.

[2] https://portalcafebrasil.com.br/podcasts/496-carta-aberta-ao-brasil/

quinta-feira, 24 de março de 2016

Evolução (Parte II) – Especulação e perspectivas.

A vida animal como a conhecemos poderá não ser mais a mesma no futuro, pois tudo muda até as formas animais, vegetais e, até mesmo, o ambiente.
No artigo anterior expomos as teorias e as coerências referentes a Evolução das espécies. Neste presente artigo observaremos as perspectivas sobre a vida animal no Planeta – com ou sem interferência do homem – e as especulações relativas ao futuro.
Atualmente observamos mudanças geológicas e climáticas no Planeta, que muito tem haver com a interferência da ação humana, tanto que alguns cientistas estão chamando esta era de “Era Antropozoíca” , ou seja, a marca do ser humano no planeta é fortíssima e interfere na dinâmica do planeta Terra.
Tamanha interferência ocorre no clima do planeta e na prática da caça. A poluição com a emissão de gases, somados aos processos naturais de aquecimento e explosões, levam a alteração do clima, fazendo as calotas polares e como consequência o habitat natural de algumas espécies estão ameaçados, levando-os a extinção, como no caso do urso polar e alguns sirênios (família das focas).
No caso da caça ou pesca predatórias atingem diretamente a cadeia alimentar gerando desequilíbrio. Fazendo predadores buscar outras fontes de alimentos, que serão disputados por outros animais e seres humanos, estes por sua vez os caçaram até a sua extinção.
Entretanto, toda vez que um predador é extinto, o próximo na escala ascende, tornando-se o predador-alfa de uma região.
Como disse uma vez Charles R. Darwin, a vida, a natureza encontra seus caminhos para continuar a vida e sua manutenção.
Com esta dinâmica alguns animais, provavelmente, se tornaram espécies dominantes, em virtude das mudanças do Planeta. Principalmente, tendo os processos meteorológicos, geológicos e climáticos como fatores preponderante de mudança das espécies.
Contudo tais mudanças podem levar éons e talvez a humanidade não esteja presente para ver estas mudanças.
Segundo um trabalho especulativo da Discovery Networks e da BBC de Londres, alguma espécies evoluiriam em novos continentes e novos ambientes, quando estamos nos referindo a este novo cenário, referimo-nos a modificações dos espaços conhecidos por nós em nosso mundo. Em virtude das movimentações das placas tectônicas, alterações climáticas e formações vegetais adaptadas a nova conjuntura.
Neste contexto consumidores podem subir na cadeia alimentar, conforme foi apresentado pela BBC e Discovery Networks e pelo autor, em que roedores (consumidores secundários) se tornariam os predadores, enquanto felinos, canídeos e ursinos estariam extintos, dando espoaço para atender a cadeia alimentar, a continuação da vida e sua manutenção.
Roedores do futuro atacando um coelho do futuroPrimatas que se tornaram predadores, no lugar dos leões
Esta especulação se baseia em observações comportamentais e da capacidade de existir de todos os seres viventes e com isto uma exposição sobre a continuidade da vida animal mo Planeta, a esperança.
Desta forma podemos concluir que a vida continua e possivelmente continuará e se manifesta de forma surpreendente e pedagógica.
Sendo assim, podemos compreender que o sentido da evoluçaõ é a capacidade de se adaptar e de melhorar como espécie e ser vivente.