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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Quinze de novembro de 1889 – O golpe da República e a interrupção do processo civilizatório.

 Durante muito tempo foi construído a imagem de uma “República que veio para nos salvar de das garras de uma monarquia decadente e retrograda”.
Porém, se for feita uma análise mais apurada e comparativa sobre o fenômeno histórico virá à tona uma realidade que nunca foi apresentada nas aulas de História e nunca foi exposta na historiografia, em virtude da destruição da figura da monarquia e do aprofundamento da ingratidão do povo.
A 1ª análise que se necessita fazer é que o nascimento do Brasil se deu em sete de setembro. Ou seja, iniciou-se um processo de surgimento do Estado, motivado pelos valores civilizatórios para se formar a Nação ou a idéia de patriotismo, durante o Séc. XIX. Tendo na sua vanguarda homens honrados e dignos.
 Pois todo homem nobre era movido pelos fatores de valores maiores e o valor de uma atitude na declaração de uma independência levou os homens tanto daquela época quanto do período posterior, o Segundo Reinado, em virtude da formação de um país, principalmente no Séc. XIX.
Porém, para a construção de um patriotismo e do processo civilizatório, que se perdeu durante a proclamação da República e dos golpes que se processaram na História do Brasil republicano. Faz-se importante ressaltar a ação de pessoas que se destacaram no processo do sentimento nacional no Segundo Reinado, tendo como exemplo a figura estoica do Imperador D. Pedro II, assim como os símbolos e as datas de sua ocorrência. Não apenas como emblemas, mas como marcos importantes na construção de nossa civilização e patriotismo.
Por isso, para que sejam resgatados estes valores se deve regressar o ensino de Moral & Cívica, pois os valores práticos da moralidade ministrados nesta matéria, assim como, a citação e explicação desta datas, que marcam um momento de transição. Mas estas datas têm fundo místico em seus momentos de mudança, pois eles são carregados de energias e forças, que em virtude de suas condições favoráveis regem uma mudança significativa, ou seja, o fator metafísico se faz presente nas datas históricas.
Portanto, precisamos de heróis, para guiar nossas ideais, e datas históricas, como o 07 de setembro e o 18 de julho de 1841 – data da coroação de D. Pedro II, a fim de marcar um processo de transição de um evento histórico, assim como precisamos de símbolos e de místicas para dar sentidos a nossas vidas.

sábado, 6 de julho de 2013

Os pijânios.

Neste Artigo é exposto a utilização do uniforme unida a valorização do servidor público na breve gestão presidencial de Jânio Quadros. A gestão de Jânio Quadros no ano de 1961, foi marcada por contrastes e moralismos, que lhe renderam a fama de néscio. Em sua breve gestão de nove meses, realizou ações dinâmicas que buscavam uma mudança na economia, na política e na sociedade, principalmente, no Serviço Público. Na questão do funcionalismo publico, Jânio Quadros introduziu e exigiu a utilização de uniformes. Cujo intuito era introduzir e eduzir o comportamento exemplar, a elegância e resguardar o vestuário particular dos servidores estatais. Estes pontos foram abordados no artigo a “Importância dos uniformes”.Porém os uniformes receberam a alcunha depreciativa de “Pijânios” Porém, um detalhe não foi colocado em evidência com esta atitude. Jânio Quadros exigiu a utilização do uniforme, mas como compensação deu aos funcionários públicos o Plano de Carreiras, Cargos e Salários. Desta forma ocorreu uma valorização dos servidores públicos e auto-realização destas pessoas. Jânio Quadros chegou muito perto da visão sobre a importância e o significado do servidor público como força motriz nas engrenagens do funcionamento do Estado como foi abordado no artigo “Os servidores públicos e a Política” em que mostrava a força dos servidores públicos na restauração da ordem durante a restauração da figura do Imperador, na figura de D.Pedro II, no poder. Desta forma a História do Brasil tem um débito com o servidor público e até mesmo, com a verdade e com a gratidão. As coisas boas foram estrategicamente esquecidas no intuito de denegrir e escarnecer os outros. Portanto este breve momento da História os servidores públicos tiveram uma segunda ocasião de valorização profissional.