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segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Pela restauração monárquica no Brasil.

 

A República no Brasil se deu através de um golpe de Estado, no qual arremessou o nosso país a um nível de republiqueta igual aos demais países da América do Sul e ao estado de país de terceiro mundo.

Quando ocorreu o plebiscito de 1993 para escolher o regime e a forma de governo, os brasileiros perderam a oportunidade de mudar um regime e uma forma de governo, que se provou ineficaz durante 104 anos desde sua imposição no Brasil.

Durante o período Imperial o Brasil viveu, durante o reinado de D. Pedro I, a unidade, o processo de formação do Estado e de uma Constituição Liberal e mais longeva. E durante o reinado de D. Pedro II o Brasil ocorreram a estabilidade institucional, um autêntico progresso nas áreas da cultura, indústria e economia, prestígio internacional, a formação de uma identidade nacional, liberdade de expressão e a abolição da escravatura. Gostaria de lembrar que o Séc. XIX, nas Américas, ocorreram as lutas pelas abolições das escravaturas.

Ao contrário do que historiadores comprometidos com as narrativas esquerdistas o Brasil não foi o último país a abolir a escravatura, pois os últimos dois países a acabar com a escravidão foram a Arábia Saudita e a Mauritânia, em 1962 e 1997, respectivamente. Claro que os detratores deste blog alegaram que a escravidão, nestes países eram culturais. Contudo, os fatos se mostram palpáveis na História da Humanidade e os países americanos aboliram a chaga da escravidão no Novo Mundo.

Retornando nossas atenções aos problemas relacionados a república. A república criou mais problemas, pois foi imposta por oligarquias ressentidas pela a abolição da escravatura, jogando os povos do Brasil nas desigualdades e nas descontinuidades de projetos, gerando mais crises, pois os presidentes da república são de natureza improvisada. Se fossem atacadas as causas das crises a sociedade reagiria por si própria no enfrentamento de questões que não necessitariam do Estado e do Governo. Um dos maiores benefícios de uma Monarquia Parlamentar pode proporcionar, de forma precisa, a geração de condições para a sanidade da sociedade brasileira e a moralização da vida pública, sendo estes fatos ocorridos durante o período imperial.

Portanto, se faz necessário aclamarmos pelo retorno de uma Monarquia Parlamentar, como foi durante o Segundo Reinado no Brasil, a fim de retomarmos nossos rumos ao progresso, a auto-realização, as liberdades, ao processo civilizatório e a reencontrar nossa liberdade.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Quinze de novembro de 1889 – O golpe da República e a interrupção do processo civilizatório.

 Durante muito tempo foi construído a imagem de uma “República que veio para nos salvar de das garras de uma monarquia decadente e retrograda”.
Porém, se for feita uma análise mais apurada e comparativa sobre o fenômeno histórico virá à tona uma realidade que nunca foi apresentada nas aulas de História e nunca foi exposta na historiografia, em virtude da destruição da figura da monarquia e do aprofundamento da ingratidão do povo.
A 1ª análise que se necessita fazer é que o nascimento do Brasil se deu em sete de setembro. Ou seja, iniciou-se um processo de surgimento do Estado, motivado pelos valores civilizatórios para se formar a Nação ou a idéia de patriotismo, durante o Séc. XIX. Tendo na sua vanguarda homens honrados e dignos.
 Pois todo homem nobre era movido pelos fatores de valores maiores e o valor de uma atitude na declaração de uma independência levou os homens tanto daquela época quanto do período posterior, o Segundo Reinado, em virtude da formação de um país, principalmente no Séc. XIX.
Porém, para a construção de um patriotismo e do processo civilizatório, que se perdeu durante a proclamação da República e dos golpes que se processaram na História do Brasil republicano. Faz-se importante ressaltar a ação de pessoas que se destacaram no processo do sentimento nacional no Segundo Reinado, tendo como exemplo a figura estoica do Imperador D. Pedro II, assim como os símbolos e as datas de sua ocorrência. Não apenas como emblemas, mas como marcos importantes na construção de nossa civilização e patriotismo.
Por isso, para que sejam resgatados estes valores se deve regressar o ensino de Moral & Cívica, pois os valores práticos da moralidade ministrados nesta matéria, assim como, a citação e explicação desta datas, que marcam um momento de transição. Mas estas datas têm fundo místico em seus momentos de mudança, pois eles são carregados de energias e forças, que em virtude de suas condições favoráveis regem uma mudança significativa, ou seja, o fator metafísico se faz presente nas datas históricas.
Portanto, precisamos de heróis, para guiar nossas ideais, e datas históricas, como o 07 de setembro e o 18 de julho de 1841 – data da coroação de D. Pedro II, a fim de marcar um processo de transição de um evento histórico, assim como precisamos de símbolos e de místicas para dar sentidos a nossas vidas.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sobre o Karma.

Uma breve explicação sobre o Karma e sua função. “Eu sou o resultado de meus próprios atos, herdeiro de meus próprios atos...” - Frase atribída ao Buddha Shakyamuni.
Quando nos referimos sobre um fenômeno negativo que ocorre conosco ou com outrem, afirmamos que é o Karma. Porém, o dizemos de forma leviana e sem conhecimento sobro o Karma, sobre a pessoa e sobre as mentes que observam este acontecimento, ou seja, a nossa e a dela. A palavra Karma vem do sânscrito e significa ação, que gera uma reação (efeito). Desta forma, toda ação independente de ser boa ou ruim tem uma conseqüência importante, mas para isto devemos nos ater as ações . Segundo uma frase do filme “Could Atlas”: “Nossas vidas não nos pertencem e elas estão ligadas uma as outras, pois do útero ao túmulo, todo crime e todo ato de bondade gera o nosso futuro” . Através desta frase podemos observar que tudo o que fazemos retorna a nós em algum momento mais propício. Assim, sendo criamos Karma, positivo ou negativo ou neutro, o tempo todo, dependendo da intenção que colocamos e da forma que observamos, pois o Karma é uma forma pedagógica, pois o Karma negativo nos mostra a dor como resultado de nossos atos. Segundo o Buddha Shakyamuni: “A dor é veículo da consciência e sinal de alguma transgressão cometida contra o Dharma”
E é através da dor que contemplamos o(s) erro(s) e buscamos realizar ações retas a fim de retornarmos ao Dharma. Desta forma transformamos o Karma em Dharma, ou seja, amenizamos (diluímos) os efeitos karmicos, e assim não nos identificamos com a dor. Os karmas positivos são méritos coletados pelas ações benfazejas e altruísticas, mas que devemos nos desapegar, pois podem nos desviar dos caminhos dharmicos. Porém, o karma positivo nos leva a auto-realização. Os karmas neutros são ações justas, desapegadas e feitas por dever que nos direcionam ao Dharma, através do sentimento de dever cumprido e da vocação e com isso alcançamos o Nirvana.
A manifestação do Karma ocorre em virtude das condições favoráveis, ou seja, os fatores que surgem . Mas, ao contrário do que se pensa a manifestação do Karma não é um castigo e nem depende exclusivamente de uma divindade irada e vingativa, pois são ações realizadas por nós e estas ficam guardadas na nossa Alaya-Vijnana (8ª consciência – Armazém da Consciência), um nível de consciência ligada à memória cósmica e que guardam as ações e fenômenos a fim de gestá-los para a ocorrência dos efeitos mediante a manifestação das condições necessárias para eclodí-las . A História neste momento, em conjunto com a meditação, é utilizada como uma ferramenta, não só para nos situar no tempo, mas como uma memória a fim de não repetirmos os mesmos erros e curar o passado através do arrependimento, do perdão, meditação e ações retas para diluir e amenizar o efeito . Sendo assim o Karma se transforma em missão, principalmente, quando aceitamos alguma responsabilidade altruísta – o Caminho do Bodhisatva – e construir uma sociedade virtuosa (aristocrática) e liberta dos grilhões de Maya (ilusão) no intuito de conduzir os homens ao Nirvana .
Mas qual é o Karma do povo brasileiro? Desde de 1889, o Brasil perdeu o seu processo civilizatório, iniciado no período imperial e foi interrompido com o golpe de Estado conhecido como “Proclamação da República”, pois a ingratidão se tornou intrínseca na essência do povo brasileiro, que se tornou uma nação de bárbaros. Pois, este povo precisa retomar seu processo civilizatório, os valores éticos, morais e honrados a fim de diluir o Karma coletivo e rumar a felicidade e a auto-realização, ou seja, retornar ao Dharma coletivo nacional como nação civilizada .