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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A questão dos benefícios no Budismo.
Em resposta aos que perguntaram sobre quais são os benefícios no Budismo ou o que a prática nesta fé pode trazer.
A fim de esclarecer aos consulentes sobre o Dharma e a prática para alcançá-lo, ou seja, o que significa o conceito de benefício e quais são os verdadeiros benefícios das práticas no Budismo.
Benefícios significam méritos coletados de ações (Karma) positivas desfrutadas pelos homens em uma ou várias vidas. Porém os homens contemporâneos os confundem com a aquisição de bens materiais (posses), a satisfação dos sentidos (prazeres sensoriais, momentâneos e exagerados), o despertar dos poderes paranormais e sobrenaturais (magia ou pequenas virtudes), cura de doenças ou efeitos físicos ou a eminência da morte, o que gera como conseqüências o apego à vida e o medo da morte.
Os benefícios relacionados às práticas expostas pelos ensinamentos do Budha Shakyamuni são o autoconhecimento, a compaixão e o despertar das seis virtudes (paramitas) – generosidade, moralidade, sabedoria prajna, paciência, diligência e concentração - e compreensão, contemplação e plena atenção aos fenômenos (internos e externos). Sendo assim, os legados mais importantes deixado pelo Buddha foram a moralidade e a sabedoria, como caminhos para a plenitude da vida e como comunhão com a essência mais sagrada da vida. Assim como fez Jesus Christos que se empenhou em ensinar os homens de sua época e de seu país, os caminhos da moralidade e do respeito, através das contemplações metafísicas das práticas dos Essênios e das austeridades estóicas .
Porém, os homens comuns se atentam para as virtudes menores, ou seja, os poderes psíquicos e mágicos e os resultados de curto prazo ligados aos valores materiais e aos sentimentos desnecessários, assim como, a valorização da avareza, da vaidade, da quantidade e do desdém aos demais. Características, estas, defendidas e vociferadas pelos adeptos da Teologia da Prosperidade e do Budismo de Resultados, como valores para “a satisfação e a glória pessoais” e sinais de “bênçãos” e “salvações”.
Mas o papel fundamental dos ensinos expostos pelos avatares eram a plenitude da vida, a temporaneidade (impermanência) e as ferramentas importantes para atingirmos/despertarmos as nossas sabedorias e as comunhões com o Dharma contido em nossas essências e em nosso caráter.
Pois como o Buddha havia exposto, aqueles que controlam seus desejos e as suas mentes alcançam as suas verdadeiras auto-realições, diminui as dores e as amarras de suas Rodas de Sansara .
Desta forma os ensinos expostos têm o objetivo de religar os homens aos seus lados mais sagrados e a viverem livres de desejos, das ilusões e dos apegos. Mas que os homens comuns, a plebe, a fim de manter seu apego às ilusões, as paixões intensas e aos valores efêmeros, desprezam esta proposta e buscam a anistia, através da retórica vazia e de uma atitude momentânea e teatralizada, uma falsa moral, da qual ele exige do outro, porém se atenta para a “espetacularização da fé”, gerando assim desonestidade intelectual e social e, conseqüentemente, aprofundando suas amarras kármicas .
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Sobre a Imaturidade
Saudações nobres leitores.
Atendendo o pedido da senhorita Vanessa, hoje falo sobre a maturidade e a imaturidade. A primeira esta sumindo de nossa sociedade, assim como os homens sérios, de palavra e honrados. Desaparece em virtude da modernidade, que excluiu os ritos de passagem, a responsabilização, o valor do trabalho, a moral e a etiqueta, em nome da revolução cultural Granmsciana e do processo de barbarie.
A imaturidade, crescente, em nossa sociedade se dá devido a busca de prazeres momentâneos, da falta de historicidade, da falta de visão de Causa e Efeito, pois para esta gente tudo se dá um jeito depois, ou seja, utilizar de maladragem para usurpar, até de si mesmo, os méritos e as conquistas que são oriundas do esforço, do trabalho contínuo e da busca constante da verdade, e até mesmo da manutenção dos valores adiquiridos na educação pautada nos valores morais, na tradição e no respeito as leis naturais.
Em meu dialogo anterior sobre a revolução sexual, da qual critico, com veemência, citei a imaturidade dos adultos e da promiscuidade vivenciada pelos jovens. Tudo isto é fruto das nossas ilusões e das nossas paixões que buscam satisfazer seus prazeres imediatos e a continuidade destes como fuga da realidade, exaltando o hedonismo como o mais alto dos valores humanos e sociais.
Aprendi, e ainda aprendo, que a vida é muito mais do que isso, mas que não tenho como expressa-la em palavra neste texto. Sei que tudo é passageiro nesta vida, até a própria vida, e contemplo esta realidade como máxima a nortear a minha visão e o meu caminho. E que cada idade tem suas alegrias e tristezas, portanto devemos viver o que existe nelas, semadiantar a idade ou viver uma juventude tardia.
Um forte abraço e tudo de bom para ti, nobre Vanessa.
Carpe Vitae.
Atendendo o pedido da senhorita Vanessa, hoje falo sobre a maturidade e a imaturidade. A primeira esta sumindo de nossa sociedade, assim como os homens sérios, de palavra e honrados. Desaparece em virtude da modernidade, que excluiu os ritos de passagem, a responsabilização, o valor do trabalho, a moral e a etiqueta, em nome da revolução cultural Granmsciana e do processo de barbarie.
A imaturidade, crescente, em nossa sociedade se dá devido a busca de prazeres momentâneos, da falta de historicidade, da falta de visão de Causa e Efeito, pois para esta gente tudo se dá um jeito depois, ou seja, utilizar de maladragem para usurpar, até de si mesmo, os méritos e as conquistas que são oriundas do esforço, do trabalho contínuo e da busca constante da verdade, e até mesmo da manutenção dos valores adiquiridos na educação pautada nos valores morais, na tradição e no respeito as leis naturais.
Em meu dialogo anterior sobre a revolução sexual, da qual critico, com veemência, citei a imaturidade dos adultos e da promiscuidade vivenciada pelos jovens. Tudo isto é fruto das nossas ilusões e das nossas paixões que buscam satisfazer seus prazeres imediatos e a continuidade destes como fuga da realidade, exaltando o hedonismo como o mais alto dos valores humanos e sociais.
Aprendi, e ainda aprendo, que a vida é muito mais do que isso, mas que não tenho como expressa-la em palavra neste texto. Sei que tudo é passageiro nesta vida, até a própria vida, e contemplo esta realidade como máxima a nortear a minha visão e o meu caminho. E que cada idade tem suas alegrias e tristezas, portanto devemos viver o que existe nelas, semadiantar a idade ou viver uma juventude tardia.
Um forte abraço e tudo de bom para ti, nobre Vanessa.
Carpe Vitae.
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