Mostrando postagens com marcador queda do Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador queda do Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de outubro de 2021

Novamente repensando o Rio de Janeiro.

 

Nesta manhã de domingo de 10 de setembro de 2021, enquanto estava indo para a Missa, tive um Insight sobre a situação do Rio de Janeiro, enquanto eu me locomovia de ônibus de um bairro para outro, pude ver, sentir e perceber o estado decadente do Rio de Janeiro, tanto a cidade quanto ao Estado do Rio de Janeiro.

As dificuldades e o estado de decrepitude em que se encontra a maioria dos bairros do Rio de Janeiro, da Baixada Fluminense, de Niterói e São Gonçalo. A estranha sensação de aprisionamento e de vivencia desta barbárie e deste processo de favelização extensiva e intensiva. Assim como a crescente violência que se torna cada vez mais constante.

Mas o que me fez ter este insight é a questão do processo de favelização crescente nesta cidade, o que nos faz desejar sair do Estado do Rio de Janeiro e até mesmo do país em busca da qualidade de vida, pois muitos bairros em que passei, pude fazer uma leitura das casas e das movimentações e vi que o Rio de Janeiro não tem mais jeito.

Algumas casas residenciais conservavam o seu estilo aconchegante e simples de serem, outras podemos ver a decadência e o processo de favelização, o que torna a cidade mais repulsiva para se morar e viver. Desta vez não deixo alguma esperança para meus honrados leitores.



quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Constatando o Rio de Janeiro.

Semana passada, entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro, ocorreram furtos de cabos de energia dos trens, que vão das estações de Comendador Soares até Japeri, e de cerca de 700 grampos que seguram os trilhos nesta mesma linha, assim como ocorrem roubos de cabos de linhas telefônicas na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Desta forma podemos observar o que foi escrito na no artigo “Repensando o Rio de Janeiro”, neste blog, o estado de decadência moral do Estado do Rio de Janeiro, visto que os crimes de furto de objetos fundamentais dos patrimônios públicos, principalmente no que tange a locomoção de pessoas de suas casas para o trabalho e vice-versa, assim como os furtos de cabos que influenciam nas telecomunicações, impedindo a comunicação de pessoas e de exercerem suas livres expressões.

No caso dos furtos de materiais da linha ferroviária podemos deduzir que foram pessoas de mau-caráter que realizaram estes atos com a finalidade de vender os equipamentos da linha férrea para faturarem um dinheiro fácil através do roubo. Em suas mentalidades eles acreditam que estavam roubando, o que já é errado, de uma grande companhia ferroviária, a Supervia. Tais pessoas prejudicaram, não só a companhia, mas também a população que utiliza destes serviços para se locomoverem, atrasando e lesando esta população e manchando a imagem da Baixada Fluminense e do Estado do Rio de Janeiro.

Já no caso das linhas telefônicas da Zona Norte do Rio de Janeiro configuram-se como uma sabotagem tanto as empresas de telefonia como a população usuária deste serviço, pois os cabos telefônicos da Zona Norte ainda não são todos de fibra óptica, mas de cobre. O furto ou a sabotagem ocorre para forçar os usuários a utilizarem os serviços de televisão a cabo, gatonet, dos narcoterroristas ou das milícias do Rio de Janeiro, sendo que os cabos de telefonia se encontram juntos com os cabos de serviço de transmissão de televisão por assinatura forçando as pessoas a utilizarem os serviços impostos pelos narcoterroristas ou das milícias.

Tais atitudes se configuradas como um mau-caratismo de todo uma população que só visa levar vantagem em tudo. Desta forma  podemos afirmar que o Rio de Janeiro, tanto o Estado quanto a capital, não precisam de governadores, visto que estes tem processos, crimes e outras improbidades, o que precisa ser feito é destituir o Rio de Janeiro de Estado para Território e ter interventores, de preferência militares com poder de polícia a fim de colocar ordem, pois só o temor a autoridades mais fortes e aplicação de leis é que o povo, desonesto, terá respeito.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Repensando o Rio de Janeiro.

 

Na verdade o título deveria ser “Constatando o Rio de Janeiro”, pois já foi dito o que se é palpável e visível sobre a realidade da decadência do Rio de Janeiro, mais especificamente a cidade que sofre com a violência, dificuldades de comunicação e processo de favelização ostensiva.

O Rio de Janeiro desde que deixou de ser a capital do Brasil passou por um processo de decadência em vários bairros do Rio de Janeiro e tal fenômeno se tornou mais forte na chamada Baixada Fluminense,[1] local em que ocorrem muitos crimes e problemas sociais.

Segundo o jovem senhor Davi Silva, amigo deste presente autor, o Rio de Janeiro é uma cidade para turistas, sendo que a parte turística do Rio de Janeiro se concentram, na chamada, Zona Sul do Rio de Janeiro e no Centro da cidade, locais que receberam muitos investimentos e é super valorizada pelo seu valor cultural e turístico como as praias, museus, centros culturais, restaurantes e pólos administrativos, assim como são os centros convergentes da cidade.

E a cidade do Rio de Janeiro sofre com a comunicação, ou seja, a dificuldade de transportes, pois o Metropolitano (Metrô) possui apenas duas linhas que se convergem em dez estações, que ficam limitadas pela geografia da cidade e pelos interesses das empresas de ônibus.

A geografia da cidade se limita entre montanhas e mar, devido a cidade ser cortada por um braço adiantado da Serra do Mar, o que causa uma divisão e uma dificuldade de implementação de novas estações a fim de atender as necessidades de comunicação entre os bairros. Já questão dos interesses da empresas de ônibus impedirem, através de pressões políticas e financeiras, com o intuito de manter o seu monopólio nos transportes do Rio de Janeiro.

E um assunto que não podemos deixar de abordar é o processo de favelização dentro da cidade, este processo têm como conseqüência esvaziamento de imóveis e a um êxodo de famílias da cidade, devido a violência e de desvalorização dos imóveis no Rio de Janeiro.

Sendo assim podemos constatar este processo de decadência do Rio de Janeiro e da fuga de empresas e famílias desta cidade, que sofre com a violência e com as dificuldades de comunicações e imobiliária.


Notas:

[1] N.A. (Nota do Autor) – A Baixada Fluminense também é chamada de Recôncavo Fluminense em que se agregam as cidades em torno da capital do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Rio de Janeiro: a nova Atlântida!!! - O espectro de Atlântida paira sobre o Rio de Janeiro.

O espectro de Atlântida paira sobre o Rio de Janeiro. Este artigo expõe as questões das catastrofes naturais e as catastrofes humanas do Rio de Janeiro.
Desde a transferência do Distrito Federal (A Capital do Brasil) do Rio de Janeiro para Brasília, em 1960, o Rio de Janeiro (tanto a cidade quanto o Estado) passam por um processo de decadência sociopolítica. Tal decadência ocorre em virtude dos desvios morais, da destruição dos patrimônios históricos, da bestialização das pessoas e da desconfiguração da infra-estrutura do Estado e do Município do Rio de Janeiro. Esta decadência foi explicada por Platão, em sua obra “o Banquete”, do qual ele relata as causas do afundamento de Atlântida, que ocorreu cerca de 9.000 anos antes de seu nascimento.
O filósofo, discípulo de Sócrates, nos informava em seu discurso as causas do afundamento desta civilização, cujo os motivos foram a decadência moral dos governantes e dos habitantes de Atlântida, principalmente na utilização abusiva dos recursos, que atraiu a irá dos Deuses. Tais ações causaram um desequilíbrio no planeta e na vida, principalmente na vida moral e no processo evolutivo espiritual. E este desequilíbrio representou uma agressão profunda a vida e ao planeta, além de causar um temor dos Deuses, estes precisaram intervir e afundaram Atlântida com seus profanadores.
Hoje o Rio de Janeiro passa por este processo de decadência moral e desrespeito aos seus recursos psico-energéticos (as Linhas de Ley), a sua História, seus espaços e construções, em nome do dinheiro e do comprometimento ideologico com a Oclocracia e a manutenção de pequenos grupos que tem o objetivo de dominar e iludir os povos, ganhar mais dinheiro e se manter no poder. O Rio de Janeiro sempre teve catastrofes e problemas relacionados ao clima, ou seja, as chuvas, as enchentes, os deslizamentos de terra, porém, tem aumentado cada vez mais e se apresentam de forma repetitiva (podemos dizer cíclicos) e tais fenômenos são sinais de desequilíbrio acarretado por seus habitantes.
Um dos piores erros foi o Rio de Janeiro ter aceito sediar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, pois não havia condições para isto, mas o fizeram por dinheiro e em nome de seus ignóbeis egos. E os outros piores erros foram não aceitar o feedback exposto por pessoas que observavam o processo de decadência moral e, conseqüentemente, estrutural, mentiram para si mesmos, abraçando a ilusão como uma forma de mudar as realidades. Além de não respeitarem a verdadeira Geografia da cidade e do Estado, promoveram as imoralidades como patrimônio cultural. Com este quadro resumido dos sintomas de decadência o Rio de Janeiro com sua população ignorante, iludidas e oligofrênica rumam para um destino lamentável. Sendo assim estamos vivenciado um processo de decadência, embora este artigo tenha exposto a questão das catastrofes naturais, estas são menores perto das catastrofes humanas do Rio de Janeiro.