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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

A Crise editorial e a falta de leitura do brasileiro.

 

Carlos Comte, membro da Sociedade Teosófica, contou em primeira mão para o Canal Conhecimentos da Humanidade a revelação que sua obra sobre Pitágoras não seria mais publicado devido a Crise Editorial que ocorre no Brasil.

Porém, mais do que uma crise editorial em que muitos bons livros estão deixando de ser republicados, podemos observar um massivo desinteresse do público brasileiro em comprar livros e lê-los. O que mostra uma ditadura da inteligência prática[1] e do amor a imbecilidade e a mediocridade de uma população, que está comprometida com sexo e destruição.

Está acontecendo como foi previsto na obra de Ray Bradbury – Fahrenheit 451 – em que nesta distopia os livros são queimados por serem considerados como agentes da infelicidade. Nós sabemos que livros libertam e engrandecem as nossas culturas.

Tal fenômeno negativo se reflete no comportamento, na linguagem precária, na ausência de raciocínio lógico e da falta de discernimento de nossa plebe está imersa em tolices, futilidades, desentendimento e oclocracia.

Portanto, eis o quadro de nossa deprimente sociedade. Sempre vítimas de suas próprias oligofrênias e ignorâncias. Serão necessárias cinco gerações para isto se modificar e é por isso que eu escrevo a série “Futuro Sabotado”.


Notas e referências bibliográficas:

[1] BASTOS, Roberto – Direto aos Assuntos: Idéias soltas e marcantes. – Editora Autografia – Rio de Janeiro – R.J. – Pág. 53. – A Inteligência Prática é uma inteligência que tem compromisso com as necessidades básicas. O que a plebe impõem aos demais de forma ditatorial.

sábado, 20 de novembro de 2021

Orgulho mestiço.

 

Sempre que ocorrem as comemorações do Dia 20 de novembro, em homenagem à Zumbi dos Palmares, desviamos nossa atenção para a verdadeira luta pela igualdade racial, pois o Brasil sendo um país plural composto por várias raças e lapidado com a miscigenação, visto que todos os brasileiros possuem em sua composição uma mescla das três raças que constituíram o Brasil.

Mesmo os diversos estrangeiros que no passado próximo e no presente compõe este caldeirão genético que é o Brasil, pois neste país sul-americano vigora o Jus Solis (Direito de Solo), que os descendentes dos estrangeiros, como é o caso dos asiáticos, os extremo-orientais, que fazem o uso deste direito (diga-se de passagem um bom uso, no bom sentido). Estas pessoas de origem asiática passaram a compor parte da sociedade de forma digna e colaborativa. Tais indivíduos e famílias se mesclam com a sociedade no intuito de fazer parte dela e progredir como membros desta sociedade.

O que ocorre hoje é uma guerra cultural e de narrativas dialéticas tentando impor a culpabilização de uma sociedade, que historicamente fora redimida por um ato imperial que abolia a escravidão no Brasil e que posteriormente faria uma reforma agrária e daria uma indenização aos ex-escravos, porém os ressentidos com a abolição promoveram um Golpe de Estado que impôs uma república e abandonou os ex-escravos e os projetos de compensação deles.

Sendo que esta guerra cultural visa a tornar o Brasil em uma nação bicolor, quando na verdade este país é um caldeirão de raças e misturas, que formam a nação brasileira em uma nação mestiça. É só coletar uma gota de sangue de cada brasileiro para aferirmos a genética mestiça em que todas as raças, pelo menos as raças matrizes do Brasil, estão em nossas genéticas e que formam a nossa identidade.

O maior preconceito que se tem no Brasil, é o preconceito socioeconômico e laboral, que é outra mazela que precisamos combater, pois todas as profissões são dignas de respeito por complementarem os quadros profissionais que auxiliam no funcionamento e na manutenção da sociedade.


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Terroristas de esquerda contra o patrimônio histórico e cultural.

 

Até o presente momento em que foi escrito este presente artigo, 25 de setembro de 2021, os terrorista de esquerda não atearam fogo ou depredaram a estátua de Sua Alteza, a Princesa Dona Isabel – A Redentora, e nem depredaram o Cristo Redentor e nem  de D. Pedro II, o Magnânimo.

Neste ano de 2021 grupos de esquerda realizaram ataque a monumentos históricos, patrimônios culturais públicos, tais como a Estátua do bandeirante Borba Gato, em São Paulo, e o monumento ao Descobrimento do Brasil, no Rio de Janeiro. Tais atos de vandalismo visam, além de depredação do patrimônio público e agredir a sociedade, atacar e desconstruir a História do Brasil através de uma narrativa que exclui heróis nacionais em favor de figuras e nomes do esquerdismo e de partidos de esquerda.

Para falarmos de Patrimônio Histórico e Cultural Público devemos entender que dois conceitos nos surgem. O primeiro conceito é o de herança transmitida aos nossos descendentes, independente de ser material, como imóveis, jóias e finanças. O segundo conceito é o patrimônio espiritual, ou seja, valores mais elevados e mais construtivos, como sabedoria, lições e moralidade. Mas quando falamos de patrimônio público nos referimos a um bem legado por nossos Pais Fundadores no processo de construção da identidade nacional.

Desta forma a herança deixada pelos construtores e pioneiros da sociedade brasileira no processo de formação do País e da Nação. O Patrimônio público de toda a coletividade de brasileiros que passam a entender a sua historicidade. Devemos entender a coletividade, não como o conjunto de grupos, pois isso é uma separatividade, mas como o conjunto de indivíduos como explicava Platão e Aristóteles.

“Não existe o todo sem o indivíduo.”

Aristóteles

Destarte podemos compreender, e destacamos, que este grupo em questão, que depredou o patrimônio público, que são bens e símbolos da construção de nossa nacionalidade, são grupos influenciados pelos ideais de separatividade e apoiados por políticos da extrema esquerda e por professores da área de humanas comprometidos com a ideologia comunista e oclocracia. Dentro deste aspecto as sementes da destruição e da guerra de narrativas a fim de apagar o passado para construir a utopia socialista, ao qual já vimos que não deu certo, e do projeto da U.R.S.AL. (União da Repúblicas Socialistas da América Latina) a fim de dar continuidade ao projeto de poder, guiados por sua arrogância de homens contemporâneos que se colocam acima dos valores atemporais e civilizatórios. E quem queima monumentos queima livros e agride e mata pessoas em nome da revolução.

Portanto, a sociedade deve combater com veemência estes atos de destruição de sua memória e de sua civilização, pois para alcançarmos aonde chegamos hoje tivemos que nos debruçar nos ombros de gigantes de outrora para enxergarmos mais longe e mantermos os valores e sabedorias construídas por estes patronos da civilização. 


quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Constatando o Rio de Janeiro.

Semana passada, entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro, ocorreram furtos de cabos de energia dos trens, que vão das estações de Comendador Soares até Japeri, e de cerca de 700 grampos que seguram os trilhos nesta mesma linha, assim como ocorrem roubos de cabos de linhas telefônicas na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Desta forma podemos observar o que foi escrito na no artigo “Repensando o Rio de Janeiro”, neste blog, o estado de decadência moral do Estado do Rio de Janeiro, visto que os crimes de furto de objetos fundamentais dos patrimônios públicos, principalmente no que tange a locomoção de pessoas de suas casas para o trabalho e vice-versa, assim como os furtos de cabos que influenciam nas telecomunicações, impedindo a comunicação de pessoas e de exercerem suas livres expressões.

No caso dos furtos de materiais da linha ferroviária podemos deduzir que foram pessoas de mau-caráter que realizaram estes atos com a finalidade de vender os equipamentos da linha férrea para faturarem um dinheiro fácil através do roubo. Em suas mentalidades eles acreditam que estavam roubando, o que já é errado, de uma grande companhia ferroviária, a Supervia. Tais pessoas prejudicaram, não só a companhia, mas também a população que utiliza destes serviços para se locomoverem, atrasando e lesando esta população e manchando a imagem da Baixada Fluminense e do Estado do Rio de Janeiro.

Já no caso das linhas telefônicas da Zona Norte do Rio de Janeiro configuram-se como uma sabotagem tanto as empresas de telefonia como a população usuária deste serviço, pois os cabos telefônicos da Zona Norte ainda não são todos de fibra óptica, mas de cobre. O furto ou a sabotagem ocorre para forçar os usuários a utilizarem os serviços de televisão a cabo, gatonet, dos narcoterroristas ou das milícias do Rio de Janeiro, sendo que os cabos de telefonia se encontram juntos com os cabos de serviço de transmissão de televisão por assinatura forçando as pessoas a utilizarem os serviços impostos pelos narcoterroristas ou das milícias.

Tais atitudes se configuradas como um mau-caratismo de todo uma população que só visa levar vantagem em tudo. Desta forma  podemos afirmar que o Rio de Janeiro, tanto o Estado quanto a capital, não precisam de governadores, visto que estes tem processos, crimes e outras improbidades, o que precisa ser feito é destituir o Rio de Janeiro de Estado para Território e ter interventores, de preferência militares com poder de polícia a fim de colocar ordem, pois só o temor a autoridades mais fortes e aplicação de leis é que o povo, desonesto, terá respeito.

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Até quando?

 

Até quando? Eu me faço esta pergunta. Nós produtores de conteúdo reflexivo, voltados para as questões sociopolíticas e comportamentais, nos esforçamos em trazer questões que afetam a sociedade em todas as suas estruturas e sutilezas.

As pessoas, depois das eleições de 2018, se tornaram anestesiadas perante a polarização sociopolítica e perante as ameaças de um regresso das esquerdas no poder, pois o que estão em riscos são o processo civilizatório, o bem-estar e as liberdades, das quais estamos conservando contra aqueles que almejam controlar, de forma tirânica, a sociedade, oprimindo as classes médias e as pessoas de bem.

Toda liberdade tem como preço a eterna vigilância e conseqüentemente luta-se para mantê-la assim como os valores da civilização e da moral que norteiam a sociedade ou ser humano, rumo a elevação espiritual e a auto-realização.

Precisei sair do meu estado de estudo e de erudição a fim de escrever este manifesto a fim de chamar a atenção de meu leitores para os perigos que se apresentam.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

O fusca e a Formula 1.

 

Em uma Live no Canal Monarquia News, do You Tube, o Prof. Nelmar Nepumuceno[1] fez uma comparação da República a um fusca na Fórmula 1.[2] Sendo o fusca a República e o piloto os sucessíveis presidentes da república, aos quais são trocados durante as corridas devido ao fusca (República) por não alcançarem a velocidade máxima para, se quer, fazer ultrapassagens em outros carros.

Bem, o professor Nelmar nos afirma que não adianta trocar o piloto do fusca para correr mais rápido, mas sim trocar o carro a fim de ter uma posição mais justa, que nesse caso seria um carro de corrida, que representa o regime de governo, a Monarquia Parlamentarista.[3] Tal opinião me leva concordar com essa observação, visto que o desempenho do Brasil republicano se mostra inferior aos demais, pois em um podcast do Luciano Pires, ele nos alega que ocorreu uma queda na inteligência do brasileiro em 10 pontos nos últimos 100 anos, em quanto que em outros países como os Estados Unidos e a Alemanha tiveram um aumento de 30 pontos, a Argentina e o Quênia aumentaram em 25 pontos e outros países mais pobres que o Brasil tiveram um aumento no Quociente de Inteligência (Q.I.).[4]

Caro(a) leitor(a) é a partir de indivíduos em suas culturas é que vou basear a minha análise, embora, os campos econômicos e sociopolíticos tenham sido afetados, principalmente nas ações oclocráticas do povo que se manifestam no cotidiano, em seus desrespeitos as leis e ao bom-senso civilizatório, é no intimo das pessoas é que observamos o fenômeno da decadência da sociedade instigada pelas aventuras republicanas.[5] Podemos ver isso através da literatura e das artes.

No caso da literatura podemos observar o fenômeno do Pré-modernismo em que poucos autores se destacaram durante o início da República. Já no campo das demais artes, como na música tivemos o exílio do Maestro Carlos Gomes, por terem o considerado uma Persona Non Grata, e nas demais artes poucos artistas se destacaram. Formando assim um período de estagnação na cultura.

E quando você tem uma estagnação na cultura, esta atinge o intelecto, as emoções e as demais áreas da sociedade, configurando uma sociedade de atraso que teve sua origem no Golpe republicano de 1889.

Aos meus leitores e leitoras desejo uma ótima reflexão.



Notas e referências bibliográficas:

[1] Professor de Artes e Religião na cidade de Ouro Preto.

[2] https://www.youtube.com/watch?v=mo045ts4f18&t=3756s

[3] SANTOS, Armando Alexandre dos – Parlamentarismo, sim! Mas à brasileira: com Monarca e com Poder Moderador eficaz e paternal. – Artpress – Indústria Gráfica e Editora Ltda – São Paulo -  S.P. – págs. 39 e 57 à 59.

[4] https://portalcafebrasil.com.br/podcasts/cafe-brasil-724-a-patria-dos-bobos-felizes/

[5] BRAGANÇA, Luiz Phelippe de Orleans – Por que o Brasil é um País Atrasado?: O que fazer para entrarmos de vez no Século XXI. – Editora Novo Conceito – Ribeirão Preto – S.P. – págs. 165 à 167.

domingo, 19 de abril de 2020

A República em xeque.


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A política no Brasil desde sua mudança de regime de governo, da Monarquia para a República, vive instabilidades sociais, culturais, econômicas e políticas. Com isso tem se agravado o quadro de deterioração na República, mostrando sua ineficiência na condução da Arte de conduzir os povos rumo a sua grandeza espiritual, moral, cultural e material, pois não pode haver prosperidade se não criar riquezas espirituais.

Desde o Golpe da República, em quinze de novembro de 1889, este regime se mostrou nos seus primeiros dias ineficiente, em virtude de suas políticas de retrocesso social, de uma economia cuja inflação 1,1% saltou para 89,9%[1] e de uma pressão aos Estados que não apoiaram a eleição dos Marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, mudando radicalmente a administração destes Estados[2], demonstrando desta forma um revanchismo e uma centralização do Poder Federal republicano.

Historicamente a República tem três fatores importantes que a depõem contra ela mesma: a descontinuidade dos mandatos dos Presidentes, a sucessão de golpes de Estado que lançam novas formas de revoluções e ditaduras, que desconfiguram a sociedade e imprimem uma identificação com a figura centralizadora e personalista do ditador ou do partido vigente no poder. E a mescla da figura e das funções do Chefe de Estado e do Chefe de Governo na pessoa do Presidente, centralizando assim o poder nas mãos de uma só pessoa, criando, desta forma um impasse para as ações de Estado e ações de governo[3].

Mais recentemente assistimos os problemas causados pela República, a transição de um governo liberal-democrático para um governo socialista, planejado pelo Foro de São Paulo de 1990[4], além das manifestações de 2013, que mostrou toda a indignação da classe média que foi agredida, massacrada e tiranizada pelo governo de esquerda, esta classe média se mostrou magoada e descontente[5] com os descaminhos da República[6], que prometera, desde sua imposição, representar o povo e defender a liberdade. Bem...a República só representou, no seu inicio, os cafeicultores e os positivistas.

Desta forma podemos ver, claramente, que a República não produziu bons frutos, ao passo que o período imperial respeitou as individualidades, o mérito, a propriedade, a Constituição e o processo de continuidade da evolução de uma sociedade. Durante as manifestações vimos os movimentos monarquistas se levantarem, como uma alternativa, junto a este povo descontente e que foi angariando mais adeptos.

Portanto, com a República em cheque nos dias atuais o regresso de uma Monarquia Constitucional e Parlamentar teríamos a continuidade de uma Chefia de Estado, separado da Chefia de Governo, os projetos de longa data seriam postos em prática, além de ser a implementação de Estado Mínimo, para promover a caminhada de uma sociedade livre para resolver seus problemas de forma madura.

VIVA O IMPÉRIO DO BRASIL!!!

VIVA O IMPERADOR!!!

Notas e Referências bibliográficas:

[1] História do Brasil (org) – Editora Manchete –R.J. – Pgs. 574 e 575. E BOULOS Jr, Alfredo – História: Sociedade & cidadania – Editora FTD – S.P. – Pág. 566.
[2] História do Brasil (org) – Editora Manchete –R.J. – Pág. 562
[3] N.A. (Nota do Autor) – Além de ser provedor do Supremo Tribunal Federal, em que o presidente in dica os cargos para ministros do S.T.F., durante o período imperial os magistrados da Suprema corte ascendiam pela antiguidade de serviço nos quadros de juízes nas províncias.
[4] BASTOS, Roberto – Direto aos Assuntos: idéias soltas e Marc antes – Editora Autografia – R.J. – pgs. 106 e 107.
[5] BASTOS, Roberto – Op. Cit. – pág. 121.
[6] N.A. (Nota do Autor) – Contudo, neste presente artigo não me refiro aos terroristas dos Black Blocks, que cometeram arruaças e destruição de patrimônios, suas ações foram orquestradas pelos partidos de esquerda, que tem fetiche pela violência.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

A prisão de Danilo Gentile



O humorista Danilo Gentile foi condenado há seis meses de prisão por debochar da “deputada” Maria do Rosário, defensora de bandidos, vagabundos e da oclocracia. O que nos mostra que a justiça está comprometida com as esquerdas deste país e que a liberdade de expressão está em risco.

Ou seja, estamos vivendo em uma ditadura da esquerda, que deseja retomar o poder e utilizar da militância de seus membros nos altos escalões do governo e do judiciário para silenciar aqueles que denunciam, seja através de sátiras ou através de discursos rigorosos, os perigos, os desmandos e hipocrisias da esquerda no Brasil.


Não somos reféns desta minoria agressiva e não iremos nos calar perante à tirania oclocrata esquerdista.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Brava gente paulista.

Após ter sido realizado o plebiscito na Grã- Bretanha, o povo britânico optou por sua saída da União Européia, outros grupos separatistas se manifestaram por suas saídas de seus países, são regiões, províncias e Estados insatisfeitos com suas situações desconfortáveis, pois estas regiões são exploradas pela capital e por outras regiões, pois ocorre uma injustiça.
 
Quando me refiro em injustiça, devemos ter em mente que Justiça é dar a cada um, o que lhe é devido de acordo com sua natureza e mérito. Por sua vez, Mérito é a criação de valor, com ênfase na virtude e nos valores éticos e morais, que geram este valor, que traz benefícios para as pessoas e para a sociedade, promovendo movimento de energias, auto-realizações, admiração, sabedoria e virtudes.
 
 
 
Desta forma a injustiça é o contrário deste conceito, que no caso de São Paulo, que movimenta a economia e ajudou a construir o Brasil. Contudo, São Paulo se caracteriza, entre outros Estados brasileiros, como um celeiro de pessoas criativas e empreendedores, que em contrapartida acaba atraindo a repulsa e o ódio de outros Estados, com exceção dos Estados sulistas.
 
Provavelmente este fenômeno ocorre em virtude de seu lema: “PRO BRASILIA FIANT EXIMIA”, ou seja, pelo Brasil, faça-se o melhor. Que é levado a sério e a risca. Pois sempre tiveram uma atitude empreendedora, expansionista e forte.
 
Economicamente São Paulo tem um PIB (Produto Interno Bruto) maior do que a Polônia. Pois, segundo alguns geógrafos, historiadores, economistas e pessoas com experiência de vida o Estado de São Paulo não possui riquezas, porém é a luta contra a carência e o estado de pobreza que os faz movimentar-se na busca do progresso e auto sustentabilidade financeira.
 
Desta forma, São Paulo, colabora com taxas muito altas que sustentam o país, sendo seguido, estranhamente, pelo Estado do Rio de Janeiro. Embora o presente autor se sinta na obrigação de defender a Região Sul do Brasil, que também se sente explorada pelo país, não será aprofundada a observação neste presente artigo. Desta forma observamos um cenário de insatisfações e de desaparecimento do sentimento de pertença ao Brasil. Graças aos governos esquerdopatas comprometidos com a oclocracia e com a formação da U.R.S.A.L. (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).
 
 
 
Portanto, o sonho Brasil e sua unidade territorial esta em cheque, assim como a instituição conhecida como República, e se faz necessário compreender a saída de povos do país e a formação de outros Estados mais fortes e vigorosos comprometidos com a aristocracia e a felicidade de seus povos residentes e empreendedores.
 

domingo, 2 de agosto de 2015

Os males da democracia.

Dos episódios I ao III de Guerra nas Estrelas, o autor George Lucas fez uma crítica sútil a fraqueza da democracia.1
A democracia apresenta infinitos postos fracos em suas estruturas. O próprio Platão criticou a democracia ateniense, em virtude desta forma de governo ter condenado a morte Sócrates, um homem sábio e honesto, além de sempre voltar atrás em uma decisão tomada e privilegiar a quantidade em detrimento da qualidade. Através destes pontos citados pelo sábio de Atenas é que podemos tecer a nossa crítica.
Primeiro ponto: O julgamento e condenação de Sócrates nos mostra, segundo Platão, que a democracia sempre execra, ostraciza e, quando for conveniente, executa os sábios, os virtuosos e os dignos a fim de silenciar os exemplos morais humanos.2
Segundo ponto: Quando é votado ou escolhido um projeto que irá guiar os povos no caminho da civilização e trazer benefícios a sociedade, volta-se atrás a situação, que é deixada no limbo ou na entropia, gerando dores desconfortos e descontentamentos. E pela falta de seriedade deste regime as leis não são cumpridas.
Terceiro ponto: É um regime que tem compromisso com a quantidade a fim de obter respaldo numérico em detrimento da qualidade, ou seja, a coerência e a sabedoria. Pois, discursa-se para as massas, falando aquilo o que o povo quer ouvir, sem compromisso com a Paidéia e com a Justiça.
Porém, acrescentemos mais algumas críticas sinceras e coerentes a democracia.
Os fenômenos históricos do Iluminismo e da Revolução Francesa haviam dado uma nova roupagem para a democracia, mais abrangente, mais deturpada e mais perigosa, em virtude de revestir de arrogância a plebe3, que para Ortega Y Gasset a democracia contemporânea é uma hiperdemocracia, em que a plebe age por meio de pressões materiais para seus apetites insaciáveis sejam atendidos,4 ou seja, os seus prazeres obtidos sem herdar as angústias e as responsabilidades de sua participação leviana, ingrata e mimada.5 Neste ponto observamos para a oclocracia, devido a abertura decadente que este regime político caminha.6
assalto a casa do marquesdestruição da Biblioteca da Alexandria
Outro grande mal da democracia é a participação obrigatória dos povos, tanto para eleger como para ser eleito7, pois a participação inclusiva obriga a todos que possuem forma humana a participar no processo eleitoral, seja ele um adolescente ou um analfabeto, pois perante a lei eleitoral, todos são cidadãos e esta cidadania eleitoral é estendida a esta massa8 massa amorfa e bestializada e aos criminosos, estejam eles encarcerados ou livres para cometer crimes na véspera do dia da eleição.
Em virtude do processo eleitoral não possuir critérios para candidatos, qualquer um ou qualquer coisa pode se candidatar para a política, não precisa ter méritos, virtudes ou coerência, aliás, virtuosos e sábios são excluídos desta sociedade, pois representam uma ameaça ao Modus Operandi da democracia. Para ser eleito, basta discursar o que a plebe deseja ouvir, bajulando e enaltecendo os seus desejos desnecessários, tornando-se “amigo das massas”, ou seja, ser um demagogo, sem preparo, sem estofo, sem lapidação, sem refinamento e sem verniz.9
Devido a retórica em que “a democracia é um regime em eterna construção” é que se esconde a sua fraqueza, utilizando o recurso da imagem de variadas formas, cores, posições e matizes que trazem a ideia de beleza nas variedades apresentadas ela ilude co sua ideia de liberdade e diversidade em um governo em que todos mandam em detrimento do Bom Senso e das Leis Naturais. Neste regime manda as multidões e sua eterna fome e seus instintos bestiais.10
Como foi dito anteriormente, a democracia é uma forma de governo em que, devido a sua fraqueza e corrupção, tende a abrir as portas para as tiranias oclocráticas (de esquerda), tiranias plutocráticas (oligarquias oportunistas, fascismos e, a emergente, teocracia fanática monoteísta ou clerocracia fundamentalista, sempre através de golpes de Estado, mesmo tendo o aval eleitoral numérico da democracia).
Infelizmente, caro(a) leitor(a), a democracia é a decadência da oligarquia e o arauto da oclocracia11 e, como foi, exposto por George Lucas, a democracia tem fraquezas que coloca em risco a sua frágil existência.
Sendo assim, a democracia é uma forma de governo que se consolidou graças a Revolução Francesa e que se tornou única no mundo devido a sua violência e do enfraquecimento das oligarquias, Timarquias12 e Aristocracias, estes regimes são incompreendidos pelo povo e pelos homens contemporâneos. Mas, a democracia é o único regime que aparece para nós.
Isto é uma piada

Notas e referências bibliograficas:

1N.A. (Nota do autor) - No terceiro episódio o Sith Darth Sidious aplicou um Golpe de Estado em virtude da fraqueza e da corrupção do senado da república galáctica, porém os Jedis Yoda e mace Windu dialogam em derrubá-lo e controlar provisóriamente o governo da galáxia, ou seja, um Golpe de Estado instaurando um ditadura como nos moldes da Roma Antiga. Porém, a série mostra os passos dados para este acontecimento.
2PLATÃO - A República – Editora Martin Claret – São Paulo – S.P. - 2012 – págs. 251 a 259.
3ORTEGA Y GASSET, José - A Rebelião das Massas – Martins Fontes – São Paulo – S.P. - 2007 – págs. 95, 281 e 282.
4ORTEGA Y GASSET, José - Op. Cit. – págs. 47, 48, 53 e 89.
5ORTEGA Y GASSET, José - Op. Cit. – págs. 133 a 135. PLATÃO – Op. Cit. – págs. 253 e 259. GRACIAN, Baltazar - A Arte da Prudência – Editora Martin Claret – São Paulo – S.P. - 2009 – págs. 107 a 108.
6FERACINE, Luiz - Cícero – O maior filósofo latino – Editora Escala – São Paulo – S.P. - 2011 – pág. 69. N.A. (Nota do Autor) – Ver artigo referente a oclocracia:http://www.gostodeler.com.br/materia/17904/oclocracia.html
7REMOND, René - O Séc. XIX: 1815 - 1914 – Editora Cultrix – São Paulo – S.P. - 1997 – pág. 77.
8REMOND, René - Op. Cit. – págs. 61 a 65, 68 e 69.
9PLATÃO – Op. Cit. – pág. 255.
10PLATÃO – Op. Cit. – pág. 254.
11PLATÃO – Op. Cit. – pág. 254.
12N.A. - Timárquia ou Timocracia é o regime em que o valor da coragem, aos valores militares e do culto ao lider prevalecem Ver em PLATÃO – Op. Cit. – pág. 232 a 237.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bicho Solto?

“Gosto de criar neus filhos assim...bicho solto!!!” - palavras de uma parideira ou de um... “pai”?!?
Toda vez que ouvimos a expressão em epigrafe, antecedida da sentença meu (minha) filho(a) ou filhos, temos diversas reações. Desde a idéia de liberdade para os filhos ao espanto civilizatório.
As crianças hoje em dia expressam uma personalidade forte somado a ilusão de liberdade e um descompromisso dos pais frente a educação dos filhos.
Tal atitude é muito factual nas camadas mais pobres e baixas de nossa sociedade, embora as camadas mais altas e abastadas cometem o mesmo erro. Filhos não são troféus de uma noitada de prazer e precisamos, segundo o casal Eyre, estarmos atentos e presentes na educação de nossos filhos constantemente.1 Principalmente com relação as amizades e os colegas, sejam eles da rua ou da escola ou de agremiações.
Segundo Steve Biddulph, quando nossos filhos alcançam a idade de quatorze anos, eles buscam fora de casa outros exemplos para seguirem, devido a esta fase ser a busca de aventuras e fortes emoções, tal fato nos remete a questão da atenção, pois se faz necessário estarmos presentes neste período que a progênie entra em contato com o mundo, a sociedade e a juventude, com isso haverá a importância de bons exemplos, bons mestres, a fim de completar a formação social, da personalidade e do caráter de nossos filhos.2
Desta forma estar presente na formação de nossos filhos não é de preservar demais e nem de expô-los desnecessariamente e fora da época correta.3
Assim como queremos deixar um mundo melhor para nossos filhos, então temos a obrigação de deixarmos filhos melhores para o mundo.4
Devemos pautar a educação ministrada aos nossos filhos no conceito máximo da Lei de Causa e Efeito e nos ditamos sociopolíticos do Bom, Belo, Justo e Verdadeiro, para que jamais caiam nos crimes e nas vicissitudes.5 Pois nossos filhos não são bichos e nosso mundo não é um zoológico.
Notas e referencias bibliográficas:
1EYRE, Linda & Richard – O Livro da Valorização da Família – M. Books do Brasil Ltda. - 2003 – São Paulo – S. P. - págs. 150 à 155.
2BIDDULPH, Steve – Criando Meninos: para pais e mães de verdade. - Editora Fundamento Educacional Ltda. - 2011 - São Paulo – S. P. - págs. 27 à 32.
3EYRE, Linda & Richard – Op. Cit. – págs. 167 e 170.
4BRUCE, Ian – Pai, Você é muito mais do que um amigo! - Universo dos Livros Editora Ltda – 2012 – São Paulo – S. P. - pág. 196.
5N.A. (Nota do Autor) – Segundo o sábio vizir Ptah-Hotep devemos criar os filhos dentor dos preceitos da educação a fim de formar um cidadão aristocráta.