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terça-feira, 5 de novembro de 2019

O Efeito da Lei das Fake News.



No dia 04 de novembro de 2019 o YouTuber André Alba (Alba Expider) fez um vídeo divulgando a investigação por parte da CPMI das Fake News a Youtubers, twiters, blogueiros, formadores de opinião e políticos. O próprio André Alba encabeça esta lista. A alegação é que as pessoas, blogs e sites listados são milícias digitais conservadores lideradas pela “seita do Olavo de Carvalho”.

Ou seja, caro(a) leitor(a) começou a perseguição por parte daqueles que perderam as eleições. Tal perseguição tem o intuito de criminalizar e silenciar os conservadores que se manifestam contra a esquerda oclocratica, ditatorial e criminosa.

Só para constar este blog, estranhamente, não está listado na CPMI. E olha que o presente autor defendeu o Presidente Bolsonaro, atacou as esquerda e o sistema Paulofreireano de ensino, defendeu a Monarquia, denunciou as Revoluções Sexuais e utilizou de processos investigativos para expor a História como ela realmente é. Bem...acho que escapei desta. Talvez...

Contudo, o presente autor acredita que não está nesta lista em virtude do site Gosto de Ler ter fechado, pois o perfil e os artigos abordados pelo autor estavam sendo massivamente visitados no referido Site.

Os caros leitores podem conferir no link abaixo:


O Grande Irmão vigia a todos.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Dois meio Brasis: o separativismo que assola o país.



Quando o podcaster e empresário Luciano Pires escreveu um artigo intitulado “La Grieta”, em que ele olhava maravilhado para o precipício formado por uma cascata de gelo e as palavras do jornalista argentino Jorge Lanata, nas quais ele, Luciano Pires, substituía a palavra Argentina por Brasil.[1]

Referindo-se, desta forma, a divisão ideológica em que a sociedade brasileira estava submetida, entre miseráveis que tinham o direito de colocar uma arma na nossa cara para nos assaltaram e nós as pessoas de bem, que dentro de um discurso eramos os culpados pela miséria.

Tornando desta forma a sociedade dividida em “vítimas” e “culpados”, esquerda, defensora dos oprimidos e pobres, e a Classe Média, “culpada pelas mazelas da sociedade”. Bem...já conhecemos este discurso, falácia.

Durante o período em que o PT (Partido dos Trabalhadores) e as esquerdas em geral. O Brasil viveu esta divisão de um lado a Classe Média e do outro as “minorias” oclocráticas e criminosos de toda espécie. Enquanto a Classe Média era espoliada por cargas tributárias e desrespeitadas pelos discursos de culpabilização e ataques de criminosos, sendo quase reduzidos e igualados as Classes Baixas, pois o socialismo é isso a igualização por baixo. As Classes Baixas queriam ter, de forma arrogante, benefícios sem fazerem esforços ou terem méritos.

Tal situação levou o povo (Classe Média) a se desesperar e em alguns casos a fugir do Brasil, em virtude deste terrível quadro, lembrando que a Classe Média Alta, poucas pessoas saíram do país. O país sofria com a corrupção, violência, impunidade e imoralidade.

Contudo nesta eleição de 2018 as Classes Médias e Baixa se uniram para retirar, através do voto, as esquerdas do poder, sendo vitoriosa uma nascente direita que prezava os valores da civilização ocidental e dos valores éticos, morais e nacionais.

Porém, mesmo com esta vitória as esquerdas a fim de não permitirem que a direita assumisse o poder resolveram fazer resistência e atacar o presidente eleito. Portanto, em últimas análises, segundo Olavo de Carvalho e Guilherme Marques (do canal eGuinorante do YouTube), elegemos Jair M. Bolsonaro para ser alvejado pela mídia e pelas esquerdas, sem fazermos uma militância em torno dele a fim de apoia-lo no seu combate pelos valores nacionais e morais.

Assim como e dessa forma, apesar da vitória da direita no Brasil este está dividido em dois Brasis que lutam por valores diferentes. Uma direita que luta pelos valores da civilização ocidental, pela unidade nacional, pela família, pelas liberdades individuais e do outro do uma esquerda que lutam pela igualismo, por baixo, pela U.R.S.A.L. , pelo alinhamento ideológico com o crime e pelo inchaço de um Estado totalitário e oclocrata.

Finalizo este artigo com as palavras de Luciano Pires: Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro.

Notas e referencias bibliográficas:

[1] PIRES, Luciano – Me engana que eu gosto: Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro. – Reino Editorial - São Paulo – S.P. – 2015 – págs. 36 à 38.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A crise no Rio de Janeiro.

Os caros leitores devem lembrar quando o presente colunista publicou o artigo “Rio de Janeiro: a nova Atlântida”[1], que hoje agoniza com suas tragédias, mas por culpa de seu próprio povo, que foi leviano, avaro e bárbaro. Lembrando que os políticos são o reflexo da população, são apenas canalhas mais esperto que foram eleitos por canalhas menos espertos.
A crise no Rio de Janeiro é um resultado disto e de uma soma de condições negativas, como uma má administração, tanto corrupta quanto oligárquica e cleptocrática[2] que se embriagaram com o dinheiro e o poder.
Voltando a questão das oligarquias, estas estiveram coniventes com o crime, pois a praticavam de forma a absorver o sistema corrompido e se alimentar deste de maneira a complementar os seus ganhos. Contudo, devemos observar que são oligarquias que lutam umas com as outras no intuito de ascender ao poder e impor seu projeto de dominação.
Tais grupos visam maneiras de lucrar com o estado de abandono e caso que se encontra o Rio de Janeiro a fim de sustentar suas ganancias e suas luxúrias e manter o povo, cumplice de seus crimes, no estado de ignorância e barbárie. Para algumas pessoas estas oligarquias remontam o período colonial, da época das capitânias hereditárias, o que é um engano, pois as lideranças locais vieram com os coronelismos e com a formação destas oligarquias que hoje saqueiam, ainda, o Estado do Rio de Janeiro e sua capital, nos deixando um legado sombrio.
Aonde a fome assola os funcionários públicos estaduais pela falta de pagamento em virtude do esgotamento financeiro gerado pelos saques das oligarquias na administração do Estado e dos municípios fluminenses. E hoje o povo assiste os resultados passivamente e sem uma visão para o futuro.
Mas, toda crítica deve vir com uma sugestão. E sugestão é que o Rio de Janeiro seja transformada em Território, ou seja, perca seu Status de ao nível Estado e seja rebaixada de território em virtude da ausência de administração e segurança, como foi citada anteriormente, sendo colocada aos auspícios do governo federal retirando o poder de oligarquias alinhadas ideologicamente com o crime organizado.

Notas e referencias bibliográficas:

[1] Ver http://www.gostodeler.com.br/materia/18233/rio_de_janeiro_a_nova_atlantida.html
[2] Referente à Cleptocracia, termo de origem grega, que significa “governo de ladrões”, que visa roubar de capital financeiro dum país e do seu bem-comum. A cleptocracia ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por uma oligarquia que pratica a corrupção política, institucionalizando-a, assim como, seus derivados como o nepotismo, o peculato, de forma que estas ações ficam impunes, por todos os setores do poder estarem corrompidos, desde a Justiça e todo o sistema político e económico-fiscal. Ver em https://pt.wikipedia.org/wiki/Cleptocracia acesso em 05 de agosto de 2017 às 10hse 37 min.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Rio de Janeiro: a nova Atlântida!!! - O espectro de Atlântida paira sobre o Rio de Janeiro.

O espectro de Atlântida paira sobre o Rio de Janeiro. Este artigo expõe as questões das catastrofes naturais e as catastrofes humanas do Rio de Janeiro.
Desde a transferência do Distrito Federal (A Capital do Brasil) do Rio de Janeiro para Brasília, em 1960, o Rio de Janeiro (tanto a cidade quanto o Estado) passam por um processo de decadência sociopolítica. Tal decadência ocorre em virtude dos desvios morais, da destruição dos patrimônios históricos, da bestialização das pessoas e da desconfiguração da infra-estrutura do Estado e do Município do Rio de Janeiro. Esta decadência foi explicada por Platão, em sua obra “o Banquete”, do qual ele relata as causas do afundamento de Atlântida, que ocorreu cerca de 9.000 anos antes de seu nascimento.
O filósofo, discípulo de Sócrates, nos informava em seu discurso as causas do afundamento desta civilização, cujo os motivos foram a decadência moral dos governantes e dos habitantes de Atlântida, principalmente na utilização abusiva dos recursos, que atraiu a irá dos Deuses. Tais ações causaram um desequilíbrio no planeta e na vida, principalmente na vida moral e no processo evolutivo espiritual. E este desequilíbrio representou uma agressão profunda a vida e ao planeta, além de causar um temor dos Deuses, estes precisaram intervir e afundaram Atlântida com seus profanadores.
Hoje o Rio de Janeiro passa por este processo de decadência moral e desrespeito aos seus recursos psico-energéticos (as Linhas de Ley), a sua História, seus espaços e construções, em nome do dinheiro e do comprometimento ideologico com a Oclocracia e a manutenção de pequenos grupos que tem o objetivo de dominar e iludir os povos, ganhar mais dinheiro e se manter no poder. O Rio de Janeiro sempre teve catastrofes e problemas relacionados ao clima, ou seja, as chuvas, as enchentes, os deslizamentos de terra, porém, tem aumentado cada vez mais e se apresentam de forma repetitiva (podemos dizer cíclicos) e tais fenômenos são sinais de desequilíbrio acarretado por seus habitantes.
Um dos piores erros foi o Rio de Janeiro ter aceito sediar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, pois não havia condições para isto, mas o fizeram por dinheiro e em nome de seus ignóbeis egos. E os outros piores erros foram não aceitar o feedback exposto por pessoas que observavam o processo de decadência moral e, conseqüentemente, estrutural, mentiram para si mesmos, abraçando a ilusão como uma forma de mudar as realidades. Além de não respeitarem a verdadeira Geografia da cidade e do Estado, promoveram as imoralidades como patrimônio cultural. Com este quadro resumido dos sintomas de decadência o Rio de Janeiro com sua população ignorante, iludidas e oligofrênica rumam para um destino lamentável. Sendo assim estamos vivenciado um processo de decadência, embora este artigo tenha exposto a questão das catastrofes naturais, estas são menores perto das catastrofes humanas do Rio de Janeiro.